terça-feira, 17 de outubro de 2017

Tarot - Um Oráculo Milenar

“Tradição não é a adoração das cinzas, mas, sim, a transmissão da chama.”
Gustav Mahler

  


Existem diversos sistemas de autoconhecimento em que se utilizam dos arcanos do Tarot. Desde o antigo Egito, que se sabe, estes arcanos sempre tiveram seu mistério que ao longo dos anos foram sendo, aos poucos, desvelados. Além, de que está diretamente vinculado a Astrologia.

O Tarô é um alfabeto simbólico, mágico, arquetípicos do ser humano, diagrama da vida terrestre, mensagem do inconsciente, uma ponte entre a alma e o espírito. O Tarô é um oráculo baseado na estrutura mental do ser humano, dos fatos naturais de acontecimentos da vida: tudo tem começo, meio e fim.
Os símbolos do tarô são transposições arquetípicas de nosso comportamento. Tudo em nossa existência pode ser encontrado nos arcanos do tarô, basta saber ler este maravilhoso alfabeto mágico.
O Tarot é uma das grandes e mais magníficas invenções humanas.Tem uma funcionalidade múltipla, pois além de se prestar a adivinhação, também e principalmente por seu auxílio à Iniciação. Este conjunto de imagens, símbolos e significados em que o destino é refletido como um espelho de múltiplas faces, permanece tão vital e exerce um magnetismo tão irresistível que é impossível que austeros críticos que falam em nome de uma lógica exata porém desinteressante, consigam macular ou abolir o seu uso.

Notem bem, extraí este texto abaixo da net, pois que julguei muito interessante.

Não há intuição sem conhecimento. Como alguém pode “intuir” algo que não conhece? Assim sendo, a intuição passa a ser o resultado de todo o trabalho e estudo. Se assim não fosse, por que então estudar as lâminas do Tarot?
Talvez fosse interessante incluir neste ponto do ensaio, algo sobre algumas questões em relação às crenças pessoais e pontos de vista. Antes de mais nada, deve ser dito algo sobre experiências místicas e sua validade em relação ao Tarot.
É de praxe de todos os pseudomísticos, principalmente aqueles que defendem/carregam a bandeira da nova-era, serem tão ricos em experiências místicas, ao ponto de perderem o contato com a realidade. Todos nós, seres humanos, dotados de alma e de razão, vivemos em determinados momentos de nossa existência, períodos de intensa espiritualidade, momentos esses em que não há palavras que possam descrevê-las, senão como comunhão com o Divino.


Não há nada de incomum ou de espantoso em relação a esses momentos.


Porém, parece que nos dias de hoje torna-se mais poderoso aquele que mais relata experiências místicas, criando um verdadeiro e bizarro concurso de mentiras. Parece até que algumas pessoas passam o dia a inventar coisas espantosas para contar nos seus círculos de bruxos e magos “new age”.

Ao contrário do que a maioria dos “estudiosos” dizem, o Tarot e a magia são 99% de trabalho e 1% de intuição.
Não há intuição sem conhecimento. Como alguém pode “intuir” algo que não conhece?


Assim sendo, a intuição passa a ser o resultado de todo o trabalho e estudo.


Se assim não fosse, por que então estudar as lâminas do Tarot?
O conhecimento do mistério e do sagrado só é atingido no final de um caminho de muito trabalho e sacrifício. Ao contrário do que é publicado e dito aos quatro ventos, pouquíssimas pessoas atingem esse estágio. E normalmente, quando o fazem, ou não estão mais encarnados, ou estão muito próximos de deixarem de ser. Há em todos nós o poder de chegarmos perto da divindade, mas em nenhum momento devemos esquecer que somos homens e não deuses. Devemos respeitar a hierarquia divina.


Muitos poderão dizer que somos deuses, pois Deus está em nós. Então, deve-se responder: “Deus está em tudo e em todos. E nem por isso os animais ou as plantas desejam deixar de ser o que são para exigir seu posto divino.” Esse desejo é exclusivamente da raça humana, que luta para ser aquilo que não é, e acaba sua existência sem realizar nada do que realmente lhe cabia.
Como já disse Crowley “Somos Crianças”. Já é chegada a hora de abandonarmos as fraldas e sermos nós mesmos, sem erguer bandeiras de qualquer um que professe ser mais que humano.


Resta apenas perceber que no Universo de Deus somos somente uma de suas criações.


Até hoje, os trabalhos que diziam o contrário em relação à proporção trabalho/intuição, não contribuíram em nada para o enriquecimento do Tarot, servindo apenas para colocá-lo cada vez mais perto dos fantasistas e dos loucos, que conhecem tudo, menos a sua própria ignorância.
Hoje, os “estudiosos do Tarot” grasnam como um bando de gralhas enlouquecidas, desejando arrancar o que resta da carniça a que foi reduzido o Tarot pelos seus bicos afiados.


O estudo das cartas é sério e deve ser tratado com respeito e dignidade. A responsabilidade de quem estuda o Tarot é tão grande quanto, senão maior, a de quem ensina.
A seleção dos estudantes deve ser rígida, para evitar a disseminação da loucura, uma vez que o Tarot atinge o inconsciente humano de tal forma, que o estudante/professor que não possua estrutura interna, além de ver suas esperanças reduzidas a pó, vê suas poucas certezas abaladas.
O professor de Tarot deve ser altamente centrado e consciente, pois em suas mãos estão a alma e a sanidade de seus discípulos.
O professor deve estar preparado para auxiliá-los a atingir um ponto de equilíbrio tal, que permita o acesso à sabedoria do Tarot.


O Tarot abre caminhos em nossa mente e em nosso espírito. Portanto, devemos estar preparados para isso.
Se o Tarot é capaz de nos mostrar algo, esse algo é muito mais confuso do que evidente, rendendo para o estudante longos momentos de reflexão sobre o assunto e, muitas vezes, esses momentos de reflexão chegam a dispensar o Tarot, pois baseiam-se em momentos de nossa vida diária, e dessa forma, por analogia, aprendemos o uso e a prática do Tarot.


Leia o livro “Tarot o Templo Vivente – Um Guia Seguro Para o Tarot de Crowley Associado à Qabalah e à Astrologia”, por Anderson Rosa, ver página 35 – Sobre Crenças Pessoais.
Ai esta, pensar e refletir a respeito sobre ler Tarô por intuição.
Não queime etapas.
Conhecer cada lâmina, estudá-las por intermédio de livros, pensar, refletir e reciclar conteúdos, praticar os jogos, montar sua base de conhecimentos.
Ai sim, a intuição se aflora.
Intuição baseada em conhecimento. Pode usá-la porque é confiável.
Por Lúcia


Bem, até aqui, o texto foi extraído da internet. Agora vou dizer-lhes uma coisa muito importante.
Se você se sente atraído (a) pelas lâminas do Tarô, este Blog tem a intenção de auxiliá-lo. Mas, veja bem, faça tudo com AMOR. Os Arcanos são símbolos muito sérios, que envolvem a jornada da vida de cada um de nós.
Sem falar, que quando temos contato com o Tarô, desencadeamos certos “sinais”. Por exemplo, encontramos – na rua – quando menos esperamos alguma carta que nos sinaliza sobre alguma situação. Quer ver, eu, particularmente, me deparei por diversas vezes com algum Arcano. Por exemplo, encontrei um Arcano (Dama de Paus) no chão, em frente à Pousada onde eu estava hospedada na ilha de Paquetá (RJ). E nem preciso dizer que tratava-se de “Proteção Espiritual feminina”. Detalhe, fui lá para fazer um ritual mágico. E de outra vez, levei meu pai no cardiologista e quando desci do carro pisei no 8o Arcano (A Justiça), abaixei, peguei e entrei na clínica com meu pai. Eu sabia que fosse o que fosse, meu pai ia fazer uma cirurgia (um dos significados do Arcano 8). Pois aconteceu de ser descoberto, naquele dia, que meu pai tinha um aneurisma abdominal. Enfim, em seguida operou e ainda viveu 16 anos. Vindo a falecer em Janeiro de 2011. E ainda, encontrei um Arcano no chão, no portão do apartamento de meu pai. Enfim, tem muito mais, mas não vou ficar aqui descrevendo. Acho que entenderam a que me refiro quando digo que os “sinais” se acentuam.

Bons Estudos.
Por Martha Cibelli





AS LÂMINAS DO TAROT



ORIGENS DO TAROT



O Tarô é por assim dizer, o Pai dos nossos atuais jogos de cartas e a sua origem perde-se nas noites dos tempos. Conta uma lenda que: Antes do desaparecimento de Atlântida sob as águas, os sábios previram a tragédia e saíram em busca de outros povos para transmitir seus ensinamentos e passaram para os sacerdotes do Egito todo o conhecimento da civilização atlante, dentre os quais o Tarô.



Naquela época, a ciência e a religião se achavam confundidas num só estudo, e todos os sábios, engenheiros, médicos, arquitetos, oficiais superiores, escribas, etc. chamavam-se "Iniciados". As instruções em todos os graus eram dadas nos templos, a instrução mais elevada era dada no "Grande Templo do Egito", e a mais importante era a Astronomia que não era separada da Astrologia.



Visando manter em segredo os mistérios da "iniciação", os mestres ensinavam aos seus discípulos, por meio de pequenas lâminas de ouro que representavam os meses, as estações, os signos do Zodíaco, os planetas, o Sol, etc.. Dessas lâminas surgiram as "Cartas do Tarô".


Tarô significa "Rota" ou, ainda, direção a ser tomada. O conjunto de 78 cartas que denominamos de arcanos (mistério, oculto, o que precisa ser desvelado) está dividido em dois grupos: 22 símbolos principais denominados Arcanos Maiores que designam a vontade humana, seus anseios, idéias, potencialidades, probabilidades, e 56 símbolos secundários denominados de Arcanos Menores que determinam a direção e os objetivos conceituados nos Arcanos Maiores.



  



O baralho de Tarot consiste de dois conjuntos de cartas, sendo uma de 22 Arcanos Maiores e outra de 56 Arcanos Menores com o total de 78 Cartas.





3 comentários:

  1. Esto de la videncia me gusta es recontra interesante, por eso siempre visito esta web donde me ayudan con mis problemas tarot 806 estoy satisfecho.

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  2. Muy agradecido. Disfrutar y sentirse libre.

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